Tem gente que coleciona por investimento. Tem gente que coleciona por status. E tem gente que coleciona porque simplesmente não consegue largar — porque cada cartucho na prateleira é uma memória, um cheiro de plástico queimado de adaptador, uma tarde inteira perdida tentando passar de fase.
Esse sou eu. Sou colecionador de videogames com uma paixão especial pelo Mega Drive e pelo PlayStation 1 — os dois consoles que definiram uma geração inteira de brasileiros que cresceram nos anos 90 e 2000. A coleção foi crescendo nas prateleiras, os cartuchos foram chegando, e junto com eles a vontade de compartilhar tudo isso com quem sentisse o mesmo que eu.
Videogames, ponto. Sem enrolação, sem diversificação forçada. Retrogames, setups, história dos consoles, itens obscuros e equipamentos que melhoram a experiência de quem joga no hardware original — esse é o meu território, e eu exploro ele com a profundidade de quem realmente vive isso todos os dias.
Minha comunidade cresce todo dia. Se você também cresceu no cartucho, viveu no CD e ainda sente aquela nostalgia — você já é um de nós. Só falta oficializar.